domingo, 8 de agosto de 2010

CULTURA - Temas relacionados

Salve, galera!
O 2º ano noturno de 2010 está trabalhando cultura agora. Em postagens antigas (maio de 2009), vocês vão achar um material simples colhido da internet. Mas segue abaixo a relação de alguns temas relacionados para vocês escolherem para o trabalho de pesquisa e produção de texto. Alguns temas são sugestões do site da Abril, planos de aula:
  • INTERNET - Intimidade e privacidade
  • TRIBOS
  • Conceitos de "MASCULINIDADE"
  • Beleza e Sociedade de Consumo
  • Crenças de SORTE e AZAR (amuletos, simpatias, etc...)
  • Namoro ao longo do tempo ("Uma lição apaixonante")
  • Cultura do FUTEBOL e suas mazelas
  • Cultura SUPERIOR ou DIFERENTES?
  • Questões de gênero - ser "homem" e "mulher" ao longo do tempo
Estas são apenas algumas sugestões. Há uma infinidade de temas relacionados à Cultura, você pode sugerir também o seu. Conversaremos em sala de aula.

domingo, 30 de maio de 2010

ESCOLA E SOCIEDADE - 3º Ano NOTURNO

Salve, galera...
Estamos assistindo o documentário "PRO DIA NASCER FELIZ", segue abaixo dois links interessantes sobre o mesmo. Vale a pena conferir!
1- http://matheuspetrus.tumblr.com/post/234349693/pro-dia-nascer-feliz
2-http://locutorio.blog.com/2007/03/12/e-o-dia-nascera-feliz-um-dia/

terça-feira, 2 de março de 2010

O QUE É SOCIOLOGIA E SUA ORIGEM!

  • Salve, galera! Demorou, mais segue alguns textos interessantes para nosso começo de curso.
Curtam bastante... rsrsrsrsrs
PAZ E BEM!




O QUE É SOCIOLOGIA
CARLOS BENEDITO MARTINS


O surgimento da sociologia ocorre num contexto histórico específico, que coincide com os derradeiros momentos da desagregação da sociedade feudal e da consolidação da civilização capitalista, ela surge como resposta intelectual aos acontecimentos existentes na Europa do Séc. XIX; as transformações ocorridas na Europa da baixa idade média propiciaram mudanças que levaram ao surgimento da sociologia como disciplina e objeto de estudo de vários pesquisadores. Na alta idade média predominava a força da igreja católica que determinava o que era certo e errado, verdadeiro e falso, através do pensamento teológico; o mundo, as mudanças no comportamento humano e até mesmo modificações na natureza eram explicados com base na teologia e fé católicas – esse é o aspecto religioso por assim dizer. Com a reforma protestante, a igreja católica perdeu espaço para o protestantismo que enxergava o ser humano, como um ser caído, distante de Deus, sozinho no mundo – essa individualização é importante ser observada pois antes desse conceito os homens não existiam separados do seu grupo, da sua comunidade; outro aspecto importante é que a revolução industrial retirou das mãos dos artesãos e dos ourives as ferramentas e os meios de produção e os transformou em trabalhadores assalariados, neste período houve uma grande migração e os homens do campo tornaram-se homens das cidades.
É comum encontrarmos Saint-Simon(1760-1825) entre os primeiros pensadores socialistas, ele é saudado como um dos fundadores juntamente com Auguste Comte do positivismo; Durkheim costumava afirmar que o considerava o iniciador do positivismo e o verdadeiro pai da sociologia. Saint-Simon sofreu a influência de idéias iluministas e revolucionárias, mas também foi seduzido pelo pensamento conservador. Na visão dos positivistas a sociedade européia encontrava-se em um profundo estado de caos social; as idéias religiosas havia há muito perdido sua força na conduta dos homens e não seria a partir da religião a reorganização da sociedade, muito menos das idéias iluministas. A verdadeira filosofia no seu entender deveria proceder diante da realidade de forma “positiva”, a escolha dessa palavra tinha a intenção de diferenciar a filosofia criada por Comte da filosofia do séc. XVIII que era “negativa”, ou seja, contestava as instituições sociais que ameaçavam a liberdade dos homens. O positivismo procurou oferecer uma orientação geral para a formação da sociologia ao estabelecer que a sociologia deveria proceder em suas pesquisas com o mesmo estado de espírito que dirigia a astronomia e a física rumo as suas descobertas. Comte considerava como um dos pontos altos da sua sociologia a reconciliação entre a “ordem” e o “progresso”.


SOCIOLOGIA
Pérsio Santos de Oliveira

HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS

Durante milhares de anos os seres humanos vêm refletindo sobre os grupos e as sociedades em que vivem procurando compreendê-los.
MITOLOGIA: As primeiras tentativas de compreender o fenômeno das forças sociais baseavam-se na imaginação, na fantasia, na especulação. Recorria-se, por exemplo, a deuses e heróis para explicas certos fenômenos sociais.
Na mitologia grega, Zeus, protegia o casamento e era a divindade que tutelava a vida familiar.

RELIGIÃO E FILOSOFIA: Na Antiguidade e durante a Idade Média, até o início da Idade Moderna, as tentativas de explicar a sociedade foram bastante influenciadas pela filosofia e pela religião, que propunham normas para a sociedade, procurando melhora-la de acordo com seus princípios.
Essas primeiras tentativas de estudo sistemático sobre a sociedade humana começaram com os filósofos gregos Platão (427-347 a.). Cem seu livro A república, e Aristóteles (384-322 a.Ccom a obra Política). É de Aristóteles a afirmação de que “o homem nasce para viver em sociedade”.

Na Idade Média, como acontecia na Antiguidade, os filósofos continuaram a propor normas para que o ser humano vivesse numa sociedade ideal. Santo Agostinho, por exemplo, em sua obra A Cidade de Deus, afirmava que nas cidades reinava o pecado. Propunha normas para que não houvesse pecado. Obras como essas descreviam a sociedade humana de uma perspectiva religiosa muito acentuada.

REFLEXÃO MAIS REALISTA: Com o Renascimento, começaram a surgir pensadores que abordavam os fenômenos sociais de maneira mais realista. Escreveram sobre a sociedade de sua época: Maquiavel, em O Príncipe; Tomás Morus, em Utopia; Tomaso Campanella, em Cidade do Sol; Francis Bacon, em Nova Atlântida.
Mais tarde, outras obras importantes, frutos da reflexão sobre a sociedade, deram grande contribuição ao desenvolvimento das Ciências Sociais. Entre elas, destacam-se O Elogio da Loucura, de Erasmo de Roterdã, e O Leviatã, de Thomas Hobbes.

A NOVA CIÊNCIA: No século XVIII, um avanço importante para a análise mais realista da sociedade foi à contribuição de Giambattista Vico, com sua obra A Nova Ciência. Nela, Vico afirma que a sociedade se subordina a leis definidas, que podem ser descobertas pelo estudo e pela observação objetiva. Sua formulação “O mundo social é, com toda certeza, obra do homem” foi um conceito totalmente revolucionário para a época.
Alguns anos depois, Jean-Jacques Rousseau reconheceu a influencia decisiva da sociedade sobre o indivíduo. Em seu livro O Contrato Social, Rousseau afirma que “O homem nasce puro, a sociedade é que o corrompe”. Hoje sabe-se que o indivíduo também influencia o meio e que não nascemos tão puros assim,considerando-se a teoria dos instintos, de Sigmund Freud.
Foi no século XIX-com Augusto Comte, Herbert Spencer, Gabriel Tarde e, principalmente, Émile Durkeim, Max Weber e Karl Marx- que a investigação dos fenômenos sociais ganhou um caráter verdadeiramente científico.


O SURGIMENTO DA SOCIOLOGIA

Augusto Comte (1798-1857) é tradicionalmente considerado o pai da Sociologia. Foi ele quem pela primeira vez usou essa palavra, em 1839, no seu Curso de Filosofia Positiva. Mas foi com Émile Durkheim (1858-1917) que a Sociologia passou a ser considerada uma ciência e como tal se desenvolveu.
Durkheim formulou as primeiras orientações para a Sociologia e demonstrou que os fatos sociais têm características próprias, que os distinguem dos que são estudados pelas outras ciências. Para ele, a Sociologia é o estudo dos fatos sociais.
FATOS SOCIAS: U m exemplo simples nos ajuda a entender o conceito de fato social, segundo Durkheim. Se um aluno chegasse á escola vestido com roupa de praia, certamente ficaria numa situação muito desconfortável: os colegas ririam dele, o professor lhe daria enorme bronca e provavelmente o diretor o mandaria de volta para pôr uma roupa adequada.
Existe um modo de vestir que é comum, que todos seguem. Isso não é estabelecido pelo indivíduo. Quando ele entrou no grupo, já existia tal norma, e, quando ele sair, a norma provavelmente permanecerá. Quer a pessoa goste, quer não, vê-se obrigada a seguir o costume geral. Se não o seguir, sofrerá uma punição. O modo de vestir é um fato social. São fatos sociais também a língua, o sistema monetário, a religião, as leis e uma infinidade de outros fenômenos do mesmo tipo.
Para Durkheim, os fatos sociais são os modos de pensar, sentir e agir de um grupo social. Embora os fatos sociais sejam exteriores, eles são introjetados pelo indivíduo e exercem sobre ele um poder coercitivo. Resumindo, podemos dizer que os fatos sociais têm as seguintes características:
-generalidade - o fato social é comum aos membros de um grupo;
-exterioridade - o fato social é extremo ao indivíduo, existe independentemente de sua vontade;
-coercitividade - os indivíduos se sentem obrigados a seguir o comportamento estabelecido.
Em virtude dessas características, para Durkheim os fatos sociais podem ser estudados objetivamente, como “coisas”. Da mesma maneira que a Biologia e a Física estudam os fatos da natureza, a Sociologia pode fazer o mesmo com os fatos sociais.

OS NOVOS DESAFIOS PARA A SOCIOLOGIA: As obras de Durkheim foram importantíssimas para definir os métodos de trabalho dos sociólogos e estabelecer os principais conceitos da nova ciência. Entre essas obras, destacamos A divisão do trabalho social, As regras do método sociológico e O suicídio.
A partir da segunda metade do século XX, com o fortalecimento do capitalismo, que se tornou também mais complexo, a Sociologia ganha nova importância, deparando-se com questões com que até então não havia se preocupado.
Estudo de questões como ruptura de normas sócias, desagregação familiar, cidadania, maiorias, violência, crimes levaram a Sociologia a procurar respostas para os novos desafios, que exigem uma análise científica de todos os aspectos da vida em sociedade, para entender o presente e projetar o futuro.
A Sociologia moderna coube debruçar-se sobre todos os agentes sociais que provocam profundas modificações na sociedade. Assim foi consolidando o seu papel, á medida que definiu sua forma de pesquisa, análise e interpretação dos fenômenos sociais. O sociólogo, por sua, não pode perder de vista a noção de relatividade dos fenômenos sociais e as diversas formas como esses fenômenos se apresentam no mundo de hoje. Como exemplo de relatividade de fenômeno social, temos o desemprego, que pode ocorrer em determinados países e em outros não, pois depende muito do desempenho da economia da cada pais e das regras que norteiam cada política social.

domingo, 15 de novembro de 2009

Arquivos - ESTRATIFICAÇÃO E MOBILIDADE SOCIAL

Olá! Além do texto e dos vídeos já postados aqui sobre o assunto, segue também o endereço para download de mais 2 arquivos, um em texto e outro em apresentação de slide.

- http://www.4shared.com/file/152850765/1b2de38f/Estratificao_Social.html

- http://www.4shared.com/file/152850631/60f5b9e4/Estratificao_Social_-_RESUMO.html

Mais um...

Para pensar...

Salve, galera!
Quem sabe esse vídeo dá uma luz para o trabalho de vocês!

ESTRATIFICAÇÃO E MOBILIDADE SOCIAL

Mobilidade social
Em maio de 1953, Lourenço Carvalho de Oliveira, nascido na pequena aldeia de Vigia, no norte de Portugal, desembarcou no porto de Santos, no litoral de São Paulo, depois de onze dias de viagem na terceira classe do transatlântico Vera Cruz. Em sua terra, deixara a mulher e três filhos pequenos vivendo graças à solidariedade de parentes e vizinhos.
Foi morar de favor na casa de um primo e arrumou emprego como ajudante num bar. Eco¬nomizou muito, mandou buscar a família e conseguiu, depois de anos de trabalho e privações, abrir uma pequena venda em sociedade com um amigo.
O negócio foi crescendo: primeiro uma mercearia, depois um mercado, a seguir um supermercado. Em 1988, 35 anos depois de chegar ao Brasil, o Sr. Lourenço era dono de uma grande rede de supermercados, tendo se tornado um dos mais influentes membros da Associação Comercial de São Paulo. Seus filhos têm curso superior e um deles é professor na Uni¬versidade de São Paulo.
Essa história de vida mostra que os indivíduos, numa sociedade capitalista, podem chegar a ocupar diferentes posições sociais - ou estratos - durante a vida. É possível que alguns deles, que integram o estrato de baixa renda (camada C), passem a integrar o de renda média (camada B) ou mesmo o de renda alta (camada A).
Por outro lado, alguns indivíduos da camada A podem ter sua renda diminuída, passando a integrar as camadas B ou C. Do ponto de vista sociológico, os dois fenômenos são caracterizados como manifestações de mobilidade social.
Mobilidade social é a mudança de posição social de uma pessoa (ou grupo de pessoas) num determinado sistema de estratificação social.

Fique por dentro
Em uma sociedade aberta e democrática, é comum pessoas de um grupo social passarem para outro grupo, mais ou menos elevado na escala social.
A esse fenômeno, que tanto pode ser ascendente como descendente, dá-se o nome de mobilidade social. No Brasil, a chegada do ex-metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República, em janeiro de 2003 é expressão dessa mobilidade. Com ele, passaram a integrar o governo diversas pessoas provenientes das camadas mais baixas da sociedade. É o caso, por exemplo, de Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente , que foi seringueira no Acre e só pôde estudar a partir dos 17 anos.

Tipos de mobilidade social
Quando as mudanças de posição social ocorrem no sentido ascendente ou descendente na hierarquia social, dizemos que a mobili¬dade social é vertical. Quando a mudança de uma posição social a outra se opera dentro da mesma camada social, diz-se que houve mobilidade social horizontal.

Texto: Um árduo caminho rumo ao topo
Mobilidade social é um termo neutro no universo das Ciências Sociais. Ele pode indicar algo positivo a respeito de um país, caso as pessoas estejam ascendendo na pirâmide que define as classes sociais. E também pode ser negativo se o movimento for inverso.
No Brasil, mobilidade social, sob a for¬ma de ascensão, ainda está entre as mais altas do mundo, apesar da crise econômica dos últimos anos.
O sociólogo José Pastore, especialista no assunto, lembra que, do universo dos que se movem, 80% subiram na escala social e 20% desceram em uma geração. “ A maioria das famílias brasileiras está em condições melhores do que a geração anterior”, reforça Pastore. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 40% das pessoas vivem melhor hoje do que há vinte anos.
De forma geral, pode-se afirmar que um país com tal mobilidade social deveria estar se transformando num modelo de sociedade homogênea e igualitária, algo como a Suécia, por exemplo.
A classe que engloba os mais abastados, que era formada por 3,5% dos brasileiros no passado, hoje chega a 5%, segundo dados de Pastore. É um aumento significativo, mas outros aspectos ligados ao desenvolvimento da economia brasileira sugerem que os indicadores a respeito da distribuição de renda talvez não sejam tão animadores. A maioria dos brasileiros está subindo apenas um pouco. E o avanço social de algumas famílias está ligado ao fracasso de outras.
Se o Brasil entrar numa nova fase de crescimento de sua economia, é possível que isso mude. A base de superação das desigualdades sociais já está sendo lançada: ampliou-se a oferta de vagas nas universidades, por exemplo. No Brasil, o número de matrículas no ensino superior triplicou em uma década, e o país está superando o atraso histórico de sua educação em relação à Argentina.
(Revista Veja, Edição Especial, maio, 2002)


Mobilidade social vertical

A mobilidade social vertical pode ser:
• Ascendente ou de ascensão social: quando a pessoa melhora sua posição no sistema de estratificação social, passando a integrar um grupo economicamente superior a seu grupo anterior;
• Descendente ou de queda social: quando a pessoa piora de posição no sistema de estratificação, passando a integrar um grupo economicamente inferior.
O filho de um operário que, por meio do es¬tudo, passa a fazer parte da classe média é um exemplo de ascensão social. A falência e o conseqüente empobrecimento de um comerciante, em contrapartida, é um exemplo de queda social.
Assim, tanto a subida quanto a descida na hierarquia social são manifestações de mobilidade social vertical.

Mobilidade social horizontal
Uma pessoa se muda do interior para a capital. No interior, ela defendia idéias políticas conservadoras; agora, na capital, sob novas influências, passa a defender as idéias de um partido progressista. Seu nível de renda, porém, não se alterou substancialmente. A situação mostra uma pessoa que experimentou alguma mudança de posição social mas que, apesar disso, permaneceu no mesmo estrato social.
Assim, a mudança de uma posição social dentro da mesma camada social caracteriza-se como mobilidade social horizontal.

Democracia e mobilidade social
O fenômeno da mobilidade social varia de uma sociedade para outra. Em algumas sociedades ela ocorre mais facilmente; em outras, praticamente inexiste no sentido vertical ascendente. É mais fácil ascender socialmente nos Estados Unidos, por exemplo, do que no interior da índia, ainda dominado pela estratificação social em castas.
A mobilidade social ascendente é mais freqüente numa sociedade democrática aberta, que enaltece a escalada rumo ao topo de indivíduos de origem humilde - como nos Estados Unidos -, do que numa sociedade de tradição aristocrática, como a Inglaterra.
Entretanto, é bom esclarecer que, mesmo numa sociedade capitalista mais aberta, a mobilidade social vertical não se dá de maneira igual para todos os indivíduos. A ascensão social depende muito da origem de classe de cada indivíduo.
Alguém que nasce e vive numa camada social elevada tem mais oportunidades e condições de se manter nesse nível, ascender ainda mais e se sair melhor do que os originários das classes inferiores.
Isso pode ser facilmente verificado no caso dos jovens que pretendem fazer o curso superior. Aqueles que, desde o início de sua vida escolar, freqüentaram boas escolas e, além dis¬so, estudaram em cursinhos preparatórios de boa qualidade, têm mais possibilidades de aprovação nos vestibulares das universidades públicas e privadas do que os jovens provenien¬tes das classes de baixa renda.

(Texto recolhida da Internet)