Segue abaixo as questões a serem respondidas e entregues conforme combinado em cada turma.
1- DESENVOLVIMENTO E PROGRESSO. Os dois termos significam sociologicamente a mesma coisa ou há diferenças entre eles? (Veja o link abaixo)
2- Faça um apanhado (síntese) dos seguintes termos, presentes no capítulo 21 de nosso livro (p. 294 ss). (Postei o texto do livro aqui também)
MODERNIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
SUBDESENVOLVIMENTO E DEPENDÊNCIA
3- Que análise pode ser feita sobre as mudanças no últimos anos no Brasil, segundo o autor do nosso livro Nelson Tomazi? (Cap. 23 - em especial p. 323)
VÍDEO - Cada EQUIPE deverá produzir um material (em vídeo) elencando algumas mudanças sociais significativas em nossa sociedade, como um "TOP 10". Alguns itens podem ser considerados: como era a vida de nossos pais/tios/avós quando eram crianças ou jovens, diferenças e semelhanças no cuidado com as crianças, na escola, na alimentação, transporte, na diversão ou brincadeiras, no vestuário, namoro, profissões mais comuns, política (partidos e outras formas), questões históricas relevantes, entre outros.
Progresso
e desenvolvimento talvez sejam as palavras que melhor expressam, em nosso
cotidiano, uma possível mudança social. Já vimos como pensavam os autores
clássicos sobre este tema. Vamos examinar a seguir como a questão foi colocada
a partir de meados do século XX.
Características e diferenças das sociedades
Tradicional
Moderna
Particularismo
Universalismo
Orientação para a
atribuição
Orientação para a
realização
Difusão funcional
Especificidade
funcional
Pouca motivação para
o desempenho
Muita motivação para
o desempenho
Nenhuma abertura à
experiência
Grande abertura à
experiência
Hierarquia
profissional
Especialização
profissional
Pouca imaginação
criadora
Muita imaginação
criadora
Pequena mobilidade
social
Grande mobilidade
social
Resistência às
mudanças
Abertura às mudanças
Após
a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) passou-se a perceber que as desigualdades
entre as sociedades do mundo eram gritantes, e algumas grandes vertentes
teóricas se propuseram analisar esse fenômeno, isto é, tentaram explicar por
que algumas sociedades eram desenvolvidas e outras, subdesenvolvidas. É sobre
essas teorias que vamos refletir um pouco.
Teorias
da modernização. A visão
evolucionista da história ganhou novo alento com as teorias da modernização, de
acordo com as quais as mudanças movem as sociedades de um estágio inicial
(tradicional) para um estágio superior (moderno), numa escala de
aperfeiçoamento contínuo.
As
teorias da modernização utilizam os padrões de análise de Émile Durkheim e de
Max Weber, mas com nova roupagem. De acordo com essas teorias, as sociedades
são tradicionais ou modernas conforme as características que adotam. Como
desenvolveram determinadas atitudes e comportamentos e não outros, são
responsáveis pela própria situação. Para se transformar, passando do estágio
atual para o superior, uma sociedade tradicional precisa deixar suas
características para incorporar as modernas.
Essas
teorias tomam como padrões de sociedades modernas as norte-americanas - do
Canadá e dos Estados Unidos - e as européias ocidentais - principalmente a da
França, a da Inglaterra e a da Alemanha. De acordo com tais teorias, as
sociedades tradicionais (atrasadas e subdesenvolvidas) devem seguir o exemplo e
os mesmos passos históricos das sociedades modernas (industrializadas e
desenvolvidas).
Vários
sociólogos dos Estados Unidos, como Talcott Parsons, David McClelland c Daniel
Lerner, e também o argentino Gino Germani, entre outros, utilizaram esquemas
muito parecidos para caracterizar cada tipo de sociedade.
A
mudança social ocorreria quando os indivíduos e os grupos – isto é, as
sociedades – deixassem as características tradicionais e passassem a
internalizar as modernas. Assim, desde' que os valores tradicionais fossem
superados, ocorreria a evolução social modernizante. De acordo com as críticas
mais gerais, essas teorias são etnocêntricas, pois a maioria das nações do
mundo não seguiu as mesmas trajetórias históricas que as sociedades ocidentais.
Ademais, tais teorias definem a trajetória de todas as sociedades como se fosse
linear, ou seja, presumem que as sociedades modernas de hoje foram um dia
tradicionais e se modernizaram porque mudaram sua mentalidade e sua maneira de
ver o mundo. A ênfase é posta na cultura e na visão de mundo das pessoas e dos
grupos sociais, os quais, para mudar, precisariam seguir a mesma trajetória que
as atuais sociedades modernas. Além dessas críticas, outras estão contidas nas
teorias que vamos analisar em seguida.
Teorias do subdesenvolvimento e da
dependência
Após
fazer uma análise crítica das teorias da modernização, vários autores, na
década de 1960, procuraram explicar a questão da diferença entre os países por
um outro ângulo, focalizando a história diferencial de cada sociedade e as
relações econômicas e políticas entre os países. A pergunta que se fazia era a
mesma proposta pelas teorias anteriores: por que os países da América Latina
eram subdesenvolvidos e os da Europa e os Estados Unidos eram desenvolvidos? As
respostas, porém, mudaram.
Esses
autores partiram de uma visão que foi desenvolvida pela Comissão Econômica para
a América Latina (Cepal), da Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com
os estudos da Cepa!, do ponto de vista econômico, nas relações entre países
desenvolvidos e subdesenvolvidos havia uma troca desigual e uma deterioração
dos termos de intercâmbio. Historicamente, isso se explicava por uma divisão
internacional do trabalho, em que cabia aos países periféricos (dominados)
vender aos países centrais (dominantes) produtos primários (agrícolas,
basicamente) e matérias-primas (sobretudo minérios) e comprar produtos
industrializados. Ao longo dos anos, foi necessário que os países periféricos
vendessem mais matérias-primas e agrícolas para pagar a mesma quantidade de
produtos industrializados, ou seja, trabalhavam mais e vendiam mais para
receber o mesmo e assim enriquecer aqueles que já eram ricos.
Os
países centrais e os periféricos tinham um passado diferente. Os países
europeus foram as metrópoles no período colonial, ao passo que os da América
Latina foram as colônias e, depois da independência, passaram a ser dominados
economicamente pela Europa e pelos Estados Unidos. Isso prejudicou a emergência
de forças livres para o desenvolvimento autônomo dos países periféricos.
Andrew
Gunder Frank, sociólogo alemão, afirmava que na América Latina havia apenas o
desenvolvimento do subdesenvolvimento, pois os países centrais, além de
explorar economicamente os periféricos, dominavam-nos politicamente, impedindo
qualquer possibilidade de desenvolvimento autônomo. E essa relação desde o
período colonial explicava por que alguns tinham se desenvolvido e outros não.
Um
segundo grupo de sociólogos, do qual participaram o brasileiro Fernando
Henrique Cardoso e o chileno Enzo Falletto, propôs uma explicação um pouco mais
detalhada dessa relação. De acordo com sua análise, após a primeira fase de
exploração, que durou até o fim da Segunda Guerra Mundial, iniciou-se um novo
movimento que aprofundou a dependência dos países da América Latina. Esta
continuou produzindo os mesmos bens primários para exportação, mas a partir da
década de 1960 houve uma mudança, principalmente no Brasil, na Argentina, no
Chile e no México: a internacionalização da produção industrial dos países
periféricos. Como isso ocorreu?
A
industrialização dependente configurou-se mediante a aliança entre os
empresários estrangeiros e nacionais e o Estado nacional. Os produtos
industriais que antes vinham dos países desenvolvidos começaram a ser
fabricados nos países subdesenvolvidos, porque era mais barato. Além disso, com
a produção local, evitava-se o gasto com o transporte. Mas o fundamental era
que as matérias-primas estavam próximas, a força de trabalho era mais barata e
o Estado dava incentivos fiscais (deixava de cobrar impostos) e construía toda
a infra-estrutura necessária para que essas indústrias se instalassem e
funcionassem. Em alguns países onde havia essas condições, as grandes
indústrias estrangeiras se instalaram e geraram um processo de
industrialização dependente, principalmente, da tecnologia que traziam. Com
isso, além de manter a exploração anterior, os países centrais exploravam
diretamente a força de trabalho das nações subdesenvolvidas.
Essas
teorias procuravam explicar a existência das diferenças entre os países, as
possibilidades de mudança de uma situação a outra e as condições possíveis para
que isso acontecesse no sistema capitalista, sem necessariamente questioná-lo.
BRASIL - Mudanças nos últimos anos
Como
vimos até aqui, muitas coisas mudaram no Brasil e muitas outras foram
conservadas ou não mudaram de modo significativo. Podemos observar que em
alguns lugares o modo de vida assemelha-se ao das sociedades industrializadas
de qualquer parte do mundo. Em outros lugares, principalmente nas áreas rurais,
vive-se uma realidade de extrema pobreza. Nas grandes cidades as duas situações
convivem. Há no mesmo lugar extrema riqueza e extrema pobreza: gente que mora
em condomínios fechados luxuosos e gente que vive embaixo de viadutos.
Politicamente,
pode-se dizer que as regras do jogo democrático estão consolidadas, isto é, as
eleições são realizadas regularmente e os eleitos são empossados e terminam os
mandatos (desde que não sejam julgados e tenham os mandatos extintos, como
ocorreu com o ex-presidente Fernando Collor e vários parlamentares). No
entanto, persistem ainda velhas práticas, como o clientelismo, o
"favor", as decisões judiciais parciais e os conchavos políticos, o
que demonstra que o país não mudou tanto.
Economicamente,
nos últimos 20 anos, houve uma alteração substancial por causa da ampliação da
inserção do Brasil no mundo. Foram necessárias mudanças internas para que o
país pudesse se adequar ao novo padrão internacional de relações políticas e
econômicas. O processo produtivo industrial foi modificado com a entrada de
novas indústrias e a modernização tecnológica, principalmente via automação.
Criou-se uma nova maneira de produzir muito com menos trabalhadores. Isso conduziu
a uma situação estranha, pois o desenvolvimento não implica aumento de vagas de
trabalho.
Houve
também uma mudança no consumo e nas relações entre os indivíduos. Para
indicarmos apenas uma situação, a utilização dos telefones celulares ocasionou
mudanças comportamentais que impressionam - por exemplo, na relação entre os
trabalhadores autônomos e seus clientes; nas relações sentimentais, que incluem
constantes conversas, mas também vigilância; nas relações trabalhistas, pois o
empregado pode ser alcançado em qualquer lugar e hora; na própria
sociabilidade, pois as pessoas não conseguem mais viver sem estar conectadas;
nas formas de consumo, dada a rápida obsolescência dos aparelhos.
Isso
significa que a chamada globalização nos atingiu em cheio. E, como diz
Francisco de Oliveira, sociólogo brasileiro, os meninos nas ruas vendendo
balas, doces e quinquilharias não são o exemplo do atraso do país, mas a forma
terrível como a modernização aqui se implantou.
Salve, galera! Havia prometido alguma coisa a respeito dos termos DESENVOLVIMENTO e PROGRESSO. Segue abaixo alguns links interessantes que podem ajudar a responder a questão passada em sala de aula:
Galera, esse trabalho foi montado e dirigido inicialmente pela professora Efigênia, que trabalha no ramo da Sociologia, com algumas alterações vai servir como base para nossas discussões acerca da juventude do ponto de vista sociológico. Segue abaixo os temas propostos em sala e algumas dicas.
O TEMA PROPOSTO Elaborar um quadro geral da juventude relacionando-a com as Instituições Sociais e outros temas sugeridos, explicando sobre as perspectivas e polêmicas referentes. Depois cada grupo deverá criar de 2 a 3 questões para uma pesquisa de amostragem relacionadas ao seu tema.
FAMÍLIA Atualmente, o jovem vem se destacando nas relações familiares. Os filhos promovem revoluções dentro de casa e, mesmo menores de idade, têm voz ativa onde vivem. Tudo isso porque a atual juventude é mais bem informada do que as gerações passadas, graças à liberalização educacional. Assim, os jovens estão promovendo mudanças comportamentais positivas para a família e para a sociedade. Geralmente, quando um membro jovem da família começa a colocar suas ideias em prática dentro de casa, cria-se uma resistência por parte dos pais, que gradativamente vai diminuindo, até cederem aos argumentos dos filhos. TEMAS INTERESSANTES: conflito de gerações, questão relacionadas ao namoro e casamento, conceito atual de família, valores na família.
IGREJA/RELIGIÃO “Os jovens estão fazendo a trilha inversa à de seus pais: retomaram o gosto por ir à igreja e hoje fazem dela um ponto de encontro”; assim começa a reportagem que fala sobre os jovens em relação à igreja. A mudança na forma de como são feitos os cultos religiosos, como, por exemplo, os estilos musicais aderidos à música religiosa, conquistaram a juventude, que se faz mais presente nos cultos. Há também uma boa porcentagem de jovens que acreditam em um Deus, apesar de não terem uma religião. Em relação a essas mudanças havia uma forte resistência por parte da Igreja Católica, que é uma instituição altamente conservadora, mas que já foi bem diluída e hoje há uma aceitação maior das mudanças – que foram para melhor. TEMAS INTERESSANTES: Religiões e adeptos, por seguir ou não seguir alguma religião, o que o jovem atual pensa a respeito da religião.
ESTADO/POLÍTICA Diante de um país cheio de injustiça, pobreza e outros adjetivos mais, e vendo também que nada está sendo feito para mudar este quadro, realmente, dá vontade de ter vivido nos tempos da ditadura militar. Não pelos movimentos estudantis em si, mas sim pela disposição que se dispunham os jovens daquela época para mudar o país – o que hoje está em falta. Os jovens devem cumprir suas lições de casa (deveres) e também se organizar, como ocorreu naquela época, para exigir os direitos de todo cidadão. Mas para isso é preciso que os jovens mudem os hábitos e mentalidades. Ler mais faz parte dessa mudança. Somos um povo que não tem o hábito de ler (brasileiros lêem, em média, dois livros por ano, enquanto na França, lê-se, em média, nove). O jovem tem em mente que de tudo o que tinha de se fazer pelo país já foi feito por seus pais, o que não é verdade. Nossos pais fizeram a parte deles, lutando pelas eleições diretas. Cabe agora a nós, lutar pela democracia ao pé da letra, acabar com as diferenças em nosso país para que em um futuro – não muito próximo, infelizmente – nossos descendentes possam viver em um mundo mais justo, digno, amigável. TEMAS INTERESSANTES: Voto obrigatório, direito ao voto aos dezesseis anos (quem já fez o título e votou?), manifestações de 2013 e 2015, juventude e movimentos sociais.
ESCOLA O jovem dedica boa parte de sua atenção para esta Instituição Social, pois são necessárias cada vez mais informações para se ter melhores chances no mercado de trabalho e é papel da escola orientar os jovens na busca dessas informações. Há muita polêmica entre os jovens sobre a escolha do curso e, conseqüentemente, da carreira a qual seguir. Isso se deve ao crescente número de cursos novos, oferecidos pelas universidades. O tema é geralmente abordado tardiamente nas escolas de Ensino Fundamental (somente no terceiro ano do segundo grau) e, para piorar a indecisão do jovem, os pais não sabem como agir: uns pressionam; outros argumentar que não querem interferir na decisão do filho. Aí, eles deixam de orientar o jovem. Ler e obter informações são o melhor método para abrir o caminho do jovem até a universidade. Outra coisa que ajuda também é visitar universidades, saber o perfil dos cursos de mais interesse, assistir alguma aula e conversar com profissionais da área. TEMAS INTERESSANTES: O que mudar na escola, o poder transformador da educação, quantos livros se lê por ano, tecnologias e escola, cotas.
TRABALHO Em um país onde o desemprego ainda é grande, muitos jovens sonham com uma boa carreira profissional e buscam caminhos para chegar até lá. Apesar de haver aqueles que trabalham pela necessidade, existem também jovens que começam a trabalhar desde cedo visando suas independências. Não são poucos os casos de adolescentes que já começaram com seu próprio negócio. Pena ser para poucos este tipo de oportunidades (e também sorte). Geralmente, quem consegue engrenar-se, cedo, com seu próprio negócio são os jovens de classe média-alta, em que os pais têm condições de mantê-los em escolas do ramo e bancar o capital inicial para a produção. TEMAS INTERESSANTES: Escolha profissional, trabalho ou emprego, fazer o que gosta ou que dá dinheiro, profissões mais almejadas ou para qual curso nossos alunos irão prestar vestibular.
LAZER Para uma boa parte dos jovens o meio de lazer predileto são as lan houses, casas de jogos de computadores conectados em rede. Pesquisas mostram que os videogames podem ter efeitos benéficos aos jovens, como desenvolvimento da coordenação visual e motora, além do espírito de equipe e promoção de interação social. Porém, muito tempo em frente ao computador pode causar problemas de saúde. Também existem alguns jogos não recomendados para todas as faixas etárias por serem muito violentos. Além disso outra preocupação sociológica é quantidade e qualidade de lazer oferecido a juventude. Muitas vezes o lazer fica reduzido às baladas e ao consumo de álcool e outras drogas. Pesquisas mostram que atividades de lazer cultural e esportivas têm colaborado muito no processo de socialização e formação dos jovens em situação de risco. TEMAS INTERESSANTES: O que é lazer, o que temos em nosso munícipio como opção de lazer para a juventude, qual é a principal atividade de lazer de nossos jovens.
Outros temas relacionados que podem ser trabalhados de forma destacada:
JUVENTUDE E DROGAS – Apesar de ser um tema clichê e ao mesmo tempo polêmico, não como negar que a questão das drogas em geral é um problema muito relevante em nossa sociedade. O vício, o tráfico, a legalização ou não de algumas drogas, os anabolizantes, os tarjas “preta”, os remédios para emagrecimento são temas que devem ser discutidos. TEMAS INTERESSANTES: drogas na escola, relação entre consumo e tráfico, legalização da maconha, drogas lícitas que são um problema como o álcool e alguns “remédios”, há razões comuns para justificar o uso de drogas, há algum perfil de usuário?
JUVENTUDE E TRÂNSITO – Relacionado ao tema acima é outro tema triste e complicado de falar, pois a cada ano são muitos os jovens que perdem suas vidas em nossas estradas, muitas vezes devido a um casamento perigoso entre trânsito e álcool aliado a imprudência. TEMAS INTERESSANTES: estatísticas relacionados à violência no trânsito, quem já dirigiu ou andou de carona com alguém que estivesse embriagado, formação nas auto escolas.
JUVENTUDE E VIOLÊNCIA – Outro tema alarmante. Em nossos presídios muitos jovens ingressam no mundo crime e compõe esta grande parcela de presidiários dos Brasil. Violência de torcidas, do tráfico, gangues, bullyng, intolerância generalizada formam um quadro preocupante. Talvez seja mais interessante mais e melhores escolas do que presídios. TEMAS INTERESSANTES: Relação entre criminalidade e educação, ausência da valores, números da violência.
Referências Bibliográficas Revista Veja edição especial – Jovem, nº32. Editora Abril. Junho de 2004. Apostila escolar: Agrupamentos sociais, Instituições sociais e Cultura. Autoria: Hugo L. Campos Ferreira
Segue abaixo uma síntese do assunto que começamos a falar. Façam bom proveito. Sugiro também um link interessante com algumas considerações interessantes, visitem:
ðDepois: agricultores
e domesticação de animais e sedentarismo;
ðAs
relações de produção eram relações de ajuda entre todos;
ðNão
havia ainda o Estado.
6.1.2 - ESCRAVISTA
ðRelação
SENHOR X ESCRAVO;
ðO
escravo é como uma ferramenta, objeto ou animal;
ðSurge
o Estado;
ðEconomia
basicamente agrária;
ðOs
produtos finais não se destinam mais á sobrevivência do grupo que trabalhou.
6.1.3 - ASIÁTICO
ðTambém
chamado de sociedade hidráulica;
ðPredominou
na Índia e no Egito antigo e nas civilizações pré-colombianas dos incas, maias
e astecas;
ðToda
a sociedade estava subordinada ao Estado;
6.1.4 - FEUDAL
ðRelação: Senhor X Servo;
ðO
servo era diferente do escravo. Tinha direito de cultivar um pedaço de terra
cedido pelo senhor e em troca pagar impostos, rendas e trabalhar na terra do
senhor sem receber nada. O escravo podia ser vendido, era propriedade do
senhor. O servo não podia ser vendido, não era propriedade do senhor;
6.1.5 - CAPITALISMO
ðRelações assalariadas de produção
(trabalho assalariado);
ðAs
relações de produção baseiam-se na propriedade
privada dos meios de produção (fábricas, meios de transporte, terras,
bancos, etc) pela burguesia e no trabalho assalariado (burguesia x
proletariado ou trabalhadores assalariados);
ðO
trabalho industrial predomina;
ðLucro => “No capitalismo não se dá, se lucra”.
ETAPAS DO CAPITALISMO
O
capitalismo compreende quatro etapas:
Pré-capitalismo
(séc. XII a XV) – ainda predominando o feudalismo,
mas já se desenvolvem relações capitalistas;
Capitalismo
comercial (séc.XV
a XVIII) – período do mercantilismo;
Capitalismo industrial (séc.XVIII a XX) – o capital passa a
ser investido basicamente nas indústrias e o trabalho assalariado firma-se
definitivamente;
Capitalismo
financeiro (séc.XX)
– os bancos e outras instituições financeiras passam a controlar as
demais atividades econômicas, por meio de financiamentos (à agricultura, à
industria, à pecuária e ao comércio).
6.1.6 – SOCIALISTA
ðPropriedade social dos meios de produção
- os
meios de produção são públicos ou
coletivos;
ðSatisfação
completa das necessidades materiais e culturais da população (emprego,
habitação, educação, saúde, etc) e não o lucro;
ðTeoricamente
não há separação entre patrão e empregado;
ðO comunismo seria a etapa posterior ao
socialismo, onde acabariam as diferenças sociais, todos teriam tudo em comum e
o Estado deixaria de existir;
ðO
modo de produção socialista, atualmente, ainda existe com algumas alterações de
caráter político e econômico, na China, Mongólia, Laos, Camboja, Guiné-Bissau,
Angola, Moçambique, Vietnã e Cuba.